Além de oferecer muita emoção, os últimos jogos serviram para comprovar algo que muitos já desconfiavam: não é possível ser feliz e vascaíno ao mesmo tempo. É uma coisa ou outra. Segundo o antropólogo Aguirre Baixado, o Vascão nasceu zicado:

“O Vasco disputando título é como um elefante em cima de uma árvore. Ninguém sabe como chegou lá, mas sabe que vai cair logo. Portanto, os torcedores aprenderam a não se iludir com boas campanhas relâmpago, com os lampejos de time grande”, disse. Segundo Baixado, um dos maiores desafios que uma pessoa pode enfrentar na vida é superar o fato de ser vascaíno: “Acompanhei pessoas que superaram acidentes que deixaram sequelas, perda de familiares, de emprego, de fortunas, mas nunca vi alguém superar o fato de nascer botafoguense. Pode-se dizer que o Vasco é insuperável no quesito causar tristeza”, garantiu.

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